quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

7 anos de distância


Como não tivera eu um buraco na alma
da falta de ti
do teu olhar, do teu riso?
Como não tivéramos nós lágrimas
persistentes, resistentes, ao tempo que 
não nos passa?

Não são as palavras, meu pai,
que me faltam.
És TU,
apesar de habitares 
o meu coração.

 

4 comentários:

Julia disse...

cheguei aqui por acaso. estou encantada.

maria manuel disse...

lindo, Ângela!

Isabel disse...

"curvo-me"!






abraço-te.

Julia disse...

chego aqui para ler, mas então fico ouvindo o som do miles e há um espaço de tempo em que permaneço paralisada, não sei o que se passa, quando vi já se foram alguns minutos e eu estou um pouco zonza. é preciso ter fôlego para entrar aqui. vou criando aos poucos.


beijo, e bem vinda, quando quiser, a minha casa (virtual).

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