quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

re/nascimento



entre o dito e
o não-dito
fica um lastro
sebento
de palavras daninhas
que não encontram
sossego
senão infiltrando-se
na superfície
aparente
mente lisa
do asfalto que
cobre a cidade.

um dia, porém,
a terra será
de novo
fértil.

5 comentários:

isabel mendes ferreira disse...

será. tem de ser.


a terra renova-se. nós é que somos mais lentos.


oxalá.



beijo.

maria manuel disse...

tantas as palavras daninhas que se dizem/escutam hoje em dia.
urge uma renovação.
gostei muito do poema, Ângela.

Isabel disse...

eu estou a ver mal ou Tu saíste de minha amiga no face?????

Isabel disse...

tava a ver mal...:)))))

ângela f. marques disse...

tens de aumentar a graduação das lunetas:))))))))))....

beijo

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