domingo, 13 de junho de 2010

alteração climática




Sede e uma ramifica -se
Pela Página branca, como desabituadas Mãos
de esculpir o Corpo PERFIL DE UM .
Entre vacilo regar OS vasos
Também podem Que Morrer
e arrumar uma escrivaninha
Até Que uma chuva
volte um fustigar -me
Olhos OS.
Talvez
Amanhã -

8 comentários:

Graça disse...

Primeiro, dizer-te que o teu blogue está lindo!

Depois, acrescentar o que já sabes, que ler-te me faz bem, porque nunca vacilas na beleza das palavras.

Beijo, Ângela.

ângela f. marques disse...

Obrigada, Graça. Do fundo do coração. Pela tua visita constante, pelas palavras.

Beijo.

Isabel disse...

e fez-se a maravilha.



.

digo eu.
que tb sou visita constante.



bom de tudo Angela.

Liricus disse...

O artista diante da matéria bruta, o que fazer? que ser surgirá dessa indefinidade? Adorei a colocação das palavras! abraço!

Liricus disse...

Sua melancolia é divinamente romântica! Obrigado por me seguir...
abraço.

ângela f. marques disse...

Re-Obrigada a visitas constante e a visitantes ocasionais:)
sendo que me sinto em falta por não retribuir como desejava as ditas cujas.
Portanto duplamente grata.

Me Hate disse...

Por favor mais chuva não... ;)

Belas palavras não obstante da chuva... compreendo a sede que se ramifica, que se prolonga e mata a alma.

ângela f. marques disse...

até à chuva já me habituei...:)

obrigada.

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