sábado, 30 de outubro de 2010

carpe diem... dit-on


(para a ISABEL BARROS, com o carinho de sempre)

Nada. Ninguém. Nenhures.

Apenas um grito abortado, antes de lembrar que a vida não pode andar distraída. Ou sim. Porque o sorriso de uma criança é maior que o deserto, uma planta regada com afinco vale uma viagem à volta do mundo, o abraço apertado de um amigo é o berço perfeito de qualquer lágrima.

O processo de limpeza do texto dramático é o exemplo perfeito da joeira em que transformei os dias depois da curva que me esperava antes do rumo seguro para o fogo. Despojada/mente.

Caminho descalço. Nenhures.

Ninguém.

Nada.












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