sábado, 11 de dezembro de 2010

eu gustavia

Mathilde Monnier, em Gustavia

Lendo o texto de Gustavia, em Angeiras)


                                                                            (para a Ana Luísa Amaral)

do corpo, da língua, da mulher que fala em gestos des
construídos étant donné que l'identité
n'est pas figée sur le sable
nem as pernas abraçadas ao tronco
do mar salgado intertextual
mente ocidental metalizada
comme quoi une femme
reconstruit l' espace
e a espécie nos fios que tecem
as malhas caídas em vidro
de montpellier ao porto.

e eu lembrada de marias
três vezes três noves fora
nada.



1 comentário:

Márcia Maia disse...

que beleza, Ângela!
a-do-rei.
beijo de cá.

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