quarta-feira, 1 de julho de 2009

o meu sol



pele com pele
é o mais
que emprenha
o olhar.



aspirando o corpo
às palavras,
elas não sustentam
a memória.



digo-te:
amor.
e o sol inunda
a cama do poema.

6 comentários:

isabel mendes ferreira disse...

e assim o poema aquece . tantas vezes mais que o próprio sol.


grávida de força a palavra escorre.




e os dias correm.


e tu ...

feita montanha.

gabriela rocha martins disse...

um sortilégio maior

um recanto

um poema ... sublimado

pelo olhar d(a)e mente



.
um beijo

maria josé quintela disse...

de como dizer palavras que se sustentam por si só.




um beijo. de sol.

isabel mendes ferreira disse...

e de repente...noc noc....

e alguém sorri.....com ar guloso.



"ele" está a partilhar...sol e doces.


:))))



obrigadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

Susn F. disse...

Adorei este calor que as suas palavras libertam.

Beijinhos

pin gente disse...

atrevi-me a entrar!
atrevi-me a ficar!
atrevi-me a dizer!
porque ouvir dizer:
amor
é muito... e tanto!

beijo
luísa

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