terça-feira, 24 de novembro de 2009

sorriso



Foto de Julia Margaret Cameron

quando arbitraria
mente me silenciaste
os olhos revisitei
uma a uma as almas
de pedra que me
fustigaram o corpo.

mas nem assim
corroem o sorriso
que guardo nas mãos
para oferecer em momentos
de comunhão.


5 comentários:

José Carlos Brandão disse...

A comunhão, Ângela, é a essência da vida.
Um beijo.

isabel mendes ferreira disse...

e só sei dizer:



B E L Í S S I M O!

_____________________


TUDO!

Ana Paula Sena disse...

Belo poema, e belo Outono, ambos guardados aqui.

Um abraço, Ângela :)

gabriela rocha martins disse...

deliciei.me
e
delicio.me



.
um beijo

Ianê Mello disse...

A alma benevolente é assim...partilha.

Lindo poema!

Um beijo.

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