quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

25 de Fevereiro de 2003



Pai,

já não há tempo, neste tempo.
Vives agora tão cá dentro que não posso deixar de pensar que também tu sorris. (Até as tuas netas me chamam Sr. Marques.)

Contigo aprendi o convívio sossegado com a morte. Herança sublime.

E o nosso amor é feliz.

7 comentários:

Isabel disse...

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herança sublime a do amor.

a única que nos redime.


beijo. A.

maria josé quintela disse...

há todo o tempo para viver cá dentro.


o tempo que importa. o amor que importa.



um beijo Ângela.

Tchi disse...

O amor fica sempre como que a dizer-nos que a alma se eterniza e que é importante continuar o legado de amor.

Abraço bem perto do céu onde há uma estrela que brilha e olha só para ti.

GMV disse...

"Vives agora tão cá dentro...". Vou guardar na minha memória estas palavras com que falas do teu Pai... um dia, eu sei, vou recordá-las, porque senti-las-ei minhas.

Beijo querida Ângela

gabriela rocha martins disse...

viver
dentro
ou
a
identidade
absoluta
de
nós



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um beijo

Bandida disse...

o tempo enrola-se nos sorrisos de um amor feliz. ó ângela. o tempo é um descarado sedutor que nos sacode o medo.

beijo

Ana Paula disse...

Fiquei a pensar no meu pai. Bebi cada tua palavra :)

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