quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

noite





















Fotos de Gregg A. Jennings




é quase noite
nas paredes húmidas
desta língua
que me pariu.





17 comentários:

isabel mendes ferreira disse...

nunca será noite -


porque este rio língua tem como serto o caminho do mar.



espera.se.

maria josé quintela disse...

eu gosto da hora de ser quase noite.



é mágica.



um beijo Ângela. e obrigada.

Anónimo disse...

:)))))))))))) errata: devo ter "plagiado" mal...

queria deveria ter escrito "certo" e não serto....enfim....


obrigada A.



imf (piano)

ângela marques disse...

isso é falta de chocolate nos neurónios:))))

pianíssima

maria josé quintela disse...

:))))))))))))))))))



este sorriso é para o comentário da I.

isabel mendes ferreira disse...

e a I. veio aqui sorrir do sorriso.....:))))

pois.


e saio pianissimamente.

ângela marques disse...

espero que também sorrias do que eu disse lá no "lugar de mim" da Zé...

até já

Isabel disse...

claro que sim....


bom dia A.

O Profeta disse...

Construí um abrigo no deserto da emoção
Os vales são as ruas de um Deus
Fecha-se a alegria da terra
Um último olhar de amor, solto dos olhos teus

Na noite tudo se perde
Mora a sombra, o desvario
A indomável vontade do amor
Tem a força de um Rio


Boa semana


Mágic0 beijo

ângela marques disse...

... bonsoir!I

bisou.


Profeta,
obrigada pelo poema.

ângela marques disse...

I,

espera-se. já estive mais crente.

alice disse...

:) pois é! (que inveja!) beijo

Frioleiras disse...

Um beijo, Angela

e gostei de te "ver" pelas minhas "casas".............

ângela marques disse...

e voltarei sempre. :)

um beijo

maria josé quintela disse...

podes levar Ângela.:)

PiresF disse...

Pois é, rio, língua, caminho, mar e sertão. A I, já ia nessa.

gabriela rocha martins disse...

língua mátrea
rio pai

e a (sagrada) família como meio



.
um beijo

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